
Pelo menos 140 observadores eleitorais de vários países e organizações internacionais vão acompanhar domingo a segunda volta das eleições presidenciais na Guiné-Bissau a disputar entre os antigos chefes de Estado Malam Bacai Sanhá e Kumba Ialá.
A União Europeia (UE) enviou uma missão de observação eleitoral liderada pelo eurodeputado belga Johan Van Hecke, que vai chefiar 21 elementos.
Quinta-feira chegam a Bissau os últimos 10 elementos da missão, que partem sexta-feira para as regiões.
À semelhança do que aconteceu após a primeira volta das eleições presidenciais antecipadas, a missão dará a conhecer as suas conclusões preliminares domingo em conferência de imprensa a realizar numa unidade hoteleira de Bissau.
A Missão de Observação Eleitoral da União Europeia vai permanecer no país até ao anúncio dos resultados da segunda volta das eleições presidenciais.
Um relatório final, contendo as conclusões e recomendações para futuras eleições, será publicado algum tempo após a conclusão de todo o processo eleitoral.
Além dos 21 elementos da União Europeia, pelo menos 14 elementos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) chegam até sexta-feira a Bissau para acompanhar o escrutínio.
Além dos observadores da CPLP e da União Europeia, o Gabinete da ONU de Apoio à Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNOGBIS) vai coordenar 103 observadores eleitorais.
Os 103 observadores pertencem à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), União Económica Monetária da África Ocidental (UEMOA), União Africana, Comunidade dos Estados Saharo-Sahelianos, Organização da Francofonia e Rede Africana para a Defesa dos Direitos Humanos, bem como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Japão e Islândia.
Angop