As crises na República Democrática do Congo, na República Centro Africana, nas ilhas Comores e em outros países africanos são discutidas durante a 23ª Conferência Ministerial da Francofonia (CMF), que teve inicio Laos, Vietname
As crises na República Democrática do Congo, na
República Centro Africana, nas ilhas Comores e em outros países africanos são
discutidas durante a 23ª Conferência Ministerial da Francofonia (CMF), que se
inicia terça-feira em Vientiane (Laos)
"É de tradição que a CMF aborde na sua vertente política as situações de
crise nos Estados membros da família francófona. Em Vientiane, não faltaremos
de evocar as crises na Guiné Conakry, na Côte d'Ivoire e em tantos outros
países africanos", ), declarou o conselheiro especial do secretário-geral
da Francofonia, Ousmane Paye.
Falando durante uma conferência de imprensa, o conselheiro de Abdou Diouf
recordou o engajamento da Organização Internacional da Francofonia (OIF) com os
Estados africanos em transição democrática.
"Acompanhamos as saídas de crise na República Centro Africana, na
Mauritânia e na Côte d'Ivoire. Para nós, esta vertente política é um elemento
importante da CMF", disse o antigo ministro senegalês da Juventude e
Desportos.
"A conferência vai evocar três temas principais: a vertente política e
económica; as questões de cooperação, funcionamento e o financiamento da
organização", garantiu.
"Temos por vocação ajudar os países membros da nossa organização em
dificuldades", insistiu o conselheiro de Diouf, sublinhando que a 23ª CMF
escolheu por tema "O Francês: Instrumento de Solidariedade e de Promoção
da Diversidade Cultural e Linguística".
"Os ministros e chefes de delegação vão igualmente discutir da preparação
da 12ª Cimeira da Francofonia prevista para Outubro próximo em Quebeque
(Canadá)", disse Paye.