Dr. Manuel Mendonça

“A vacinação contra a gripe A é obrigatória. A população deve dirigir-se às clínicas. Quem não comparecer, pode contar com uma visita “porta à porta” dos nossos agentes. Não queremos entrar em situações, onde seríamos obrigados a usar a força policial para transportar pessoas para os centros médicos, mas o direito à esta medida, compete-nos “  - nota do governo da Costa Rica em Fevereiro de 2010.
A ministra da Saúde, Dra. Luisa Ávila, após ter vacinado uma mulher grávida frente às câmaras da televisão nacional, declarou o início da vacinação obrigatória contra a gripe A na Costa Rica.
Fonte.   http://www.bwr-media.de/schweinegrippe/aktuelle-news/05383_costa-rica--zwangsimpfung-gegen-schweinegrippe?.php

Mesmo usando uma vacina sem aditivos, como se supõe ser a da Sanofi-Aventis, o comportamento do governo não deixa de ser preocupante, tendo em conta que a gripe suína na Costa Rica, até ao presente, sómente causou 47 mortes oficiais !!!

Neste momento em que se sabe que a pandemia só foi inventada com o mero propósito lucrativo dos fabricantes de vacinas, é deveras chocante uma notícia destas, mas também não é de estranhar. Haverá melhor solução para os excedentes de vacinas europeias do que os mercados menos informados, menos defensivos e mais vulneráveis?
Há que informar devidamente à todos, para que cada um esteja à altura de se defender contra este tipo de negócio à custa da saúde pública.

Agora que o negócio dos fabricantes de vacinas está feito, estão os governos europeus a lutar contra o enorme volume de vacinas compradas, para lutar contra a tal pandemia, que só existiu nos papéis dos escritórios ligados ao negócio das vacinas.

Os excedentes actuais de vacinas não podem ir para o lixo. Não, isso não. Esses excedentes terão, a meu ver, dois destinos:

-    ou serão devolvidos aos fabricantes, com um reembolso muito abaixo do preço de compra, e estes então armazenam tudo de novo - espaço não lhes falta - preparando-se para um novo surto pandémico premeditado, ou

-    serão oferecidos/vendidos, “à preços baixos”, aos países em vias de desenvolvimento, por uma mera “questão de solidariedade”, vão nos dizer. Ou será que o objectivo é continuar lá os testes que começaram na Europa com a Pandemrix? Isto não haveria de me estranhar, porque há poucos dias atrás podia-se ler no “Ärzte Zeitung” da Alemanha, que a África está a ser atacada pela gripe H1N1. Tudo começa através dum simples comunicado, lembremo-nos, que, com o passar do tempo e consoante o interesse em jogo, vai ficando cada vez mais aterrador. Será que a experiência europeia também ajudará a África e outros países menos protegidos a rejeitar esta vacinação? Estou já bem curioso, acreditem.

Antes de abordar o problema alusivo aos aditivos, como meu ponto de divergência acerca da vacinação com a Pandemrix, quero esclarecer uma passagem no meu artigo intitulado “Pandemia ou pandemónio”, outrora publicado no site do Didinho. Nesse artigo consta:

“Porque duma pandemia, cuja definição sofreu uma recente alteração pela parte da OMS a proteger outros interesses, não se pode falar.”

Acho que aqui houve um mal entendido, porque, ao analisar um comentário, percebi que se esteve só a “ rever algumas definições da pandemia e não se encontrou nada de obscuro”. É claro que a actual definição da pandemia, nada pode ter de obscuro, se não fôr comparada com a definição anterior.

Na minha afirmação supracitada, refiro-me à recente alteração da definição da pandemia.  Esta alteração é que é obscura. Senão, vejamos:

Até Maio de 2009 constava no site da OMS a seguinte definição:

"An influenza pandemic occurs when a new influenza virus appears against which the human population has no immunity, resulting in several simultaneous epidemics worldwide with enormous numbers of deaths and illness."

"Uma gripe pandémica ocorre quando um novo vírus da gripe surge para o qual a população não tem nenhuma imunidade, resultando em diversas epidemias simultâneas ao redor do mundo, com enormes quantidades de mortes e doentes."

A definição actual da pandemia é esta:

"An influenza pandemic may occur when a new influenza virus appears against which the human population has no immunity. Pandemics can be either mild or severe in the illness and death they cause, and the severity of a pandemic can change over the course of that pandemic"

"Uma gripe pandémica ocorre quando um novo vírus da gripe surge para o qual a população não tem nenhuma imunidade. Pandemias podem ser tanto brandas como severas na doença e nas mortes que elas causam, e a severidade de uma pandemia pode mudar durante o curso da pandemia."

Fonte:  http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/epidemiologista-afirma-que-oms-alterou.html

Em resumo, removeram a parte que diz: "resultando em diversas epidemias simultâneas ao redor do mundo, com enormes quantidades de mortes e doentes." E acrescentaram a parte que diz que as “pandemias podem ser tanto brandas como severas na doença e nas mortes que elas causam, e a severidade de uma pandemia pode mudar durante o curso da pandemia.”

Com que objectivo foi alterada esta definição? Quem são os benefíciários desta alteração?

Quais são as consequências que advêm desta alteração:

Com a definição antiga é muito mais difícil declarar uma pandemia – salta à vista, não é?
Com a definição alterada, actualmente em vigor, pode-se declarar uma pandemia (quase) por tudo e por nada.
Só basta praticamente identificar uma doença em 2 países membros da OMS J.
Consoante esta definição em vigor, vamos ter que viver quase constantemente num regime pandémico. Cada gripe sazonal pode vir a ser transformada numa pandemia. E aí começa o negócio a florir, como no caso actual da gripe suína, com milhões de vacinas e medicamentos a serem comprados por governos comprometidos com as directrizes da OMS  e aconselhados por consultores e médicos frequentemente à soldo de empresas farmacéuticas.
Um autêntico círculo (circo) do diabo.

O artigo a seguir, do jornalista Henrique Custódio, diz tudo.

“A tranquibérnia”       Por Henrique Custódio, jornalista
A campanha mundial contra a «pandemia da gripe A» já rendeu cinco mil milhões de euros aos grandes laboratórios farmacêuticos, com o pormenor de a «pandemia» não ter existido, pelo linear facto de... ter sido inventada.
 A acusação surge do próprio presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o alemão Wolfgang Wodarg, ao afirmar que a campanha da «falsa pandemia da gripe, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, é o maior escândalo do século em Medicina». Este médico alemão é também responsável pela proposta a ser debatida com carácter de urgência no Conselho da Europa no próximo dia 25, alegando o exagero da OMS sobre os perigos da gripe A.
 «O Conselho da Europa», acrescentou Wodarg, «vai organizar um debate sobre a influência da indústria farmacêutica na OMS e, posteriormente, serão informados dos resultados 47 parlamentos da Europa».
 Os pormenores da tranquibérnia são avassaladores.
António Vaz Carneiro, Professor da Faculdade de Medicina de Lisboa, afirmou ao CM que os organismos científicos internacionais «reagiram de uma forma política, numa situação lamentável».E pormenoriza: «A OMS avançou com a possibilidade, muito reduzida, de haver 71 milhões de mortos no Mundo [vítimas da gripe A]. A verdade é que até hoje morreram 12 mil no Mundo. Valor muito abaixo da gripe sazonal, que só em Portugal mata dois mil por ano».
E esta monumental «previsão» da OMS, de que o Inverno faria 71 milhões de mortos no mundo com a gripe A, ainda por cima foi apresentada como uma «possibilidade reduzida», deixando no ar o terror de uma mortandade dantesca. O que abriu caminho, obviamente, a que a generalidade dos países desenvolvidos (os únicos com dinheiro para gastar) se lançassem numa corrida à vacinação em massa. As consequências são conhecidas, embora não haja, curiosamente, alarde do caso na comunicação social: as populações começaram a esquivar-se à toma da vacina ao verem os corpos clínicos e de enfermagem a dela também se furtarem; o Inverno, que traria uma mortandade de peste medieval, afinal parece que só «matou» o vírus da gripe A e, de repente, a Alemanha viu-se a braços com 25 milhões de vacinas excedentárias, a França com 50 milhões, a Espanha com 24 milhões, a Holanda com 19 milhões e a Suíça com 4,5 milhões (falando só de alguns casos), o que ao módico preço de 7,5 euros por dose dá uma batelada de milhões de euros deitados à rua, ou, melhor dizendo, lançados nas contas das grandes empresas farmacêuticas, cujos lucros também já estão devidamente contabilizados:
 Até ao final deste 1.º trimestre de 2010, a Novartis vai embolsar 428 milhões de euros, a Sanofi 786 milhões, a Roche 1200 milhões e a GSK (norte-americana) uns módicos 2642 milhões.
 Tudo graças a uma «pandemia» impingida ao Mundo a contra-relógio por entidades tão responsáveis como a Organização Mundial de Saúde e o Centro de Controlo de Doenças dos EUA e que são, nas palavras do Prof. Vaz Carneiro, «os grandes responsáveis por criarem um pânico infundado» com a gripe A. Aliás, tal como já haviam feito «com as vacas loucas e a gripe das aves»... 

ACERCA DO PERIGO DO TIOMERSAL E DO ESQUALENO

Ainda há muita gente que não vê nenhum perigo no uso do Tiomersal e do Esqualeno na Pandemrix, porque só se valem de informações prestadas pelas entidades oficiais. No entanto, estas entidades oficiais até agora não apresentaram estudos científicos credíveis, que comprovem a segurança dessas substâncias. Eu aproveito para realçar, que o que está aqui em questão não é a credibilidade das instituições oficiais/governamentais, mas sim o caso concreto da vacinação em massa, com uma vacina desprovida de testes de segurança, aconselhada oficialmente. Sempre levei e levo em conta informações vindas de entidades oficiais competentes, mas isso também não me inibe de ser crítico nas minhas ponderações, enquanto cidadão, principalmente se o assunto em causa está ligado directamente à saúde pública, como é o caso da vacinação com a Pandemrix.

Enquanto o Tiomersal é usado como conservante na suspensão, o Esqualeno faz parte dos adjuvantes contidos na emulsão a ser misturada com a suspensão. Misturando a suspensão e a emulsão forma-se uma vacina multidose num frasco para injectáveis.

Aqui convém informar que a vacina americana contra a gripe suína (H1N1) não contém nem Tiomersal e nem tão pouco Esqualeno. Os americanos sabem bem o porquê da proibição destas substâncias.

No meu artigo anterior já tinha abordado as partes negativas/nocivas destas duas substâncias, mas devido aos dados pouco convincentes do CDC, FDA e NIH, sem apresentar estudos concretos demonstrando a segurança do Tiomersal, quero convidar o leitor a apreciar este artigo intitulado “ Imunidade mortífera”, apresentado em Junho de 2005 pelo prestigiado e conhecido Instituto Dr. Robert F. Kennedy Jr., que aborda o porquê da proibição do Tiomersal nos Estados Unidos da América. Boa leitura.

Uma breve informação acerca do Dr. Robert F. Kennedy Jr.:

Robert F. Kennedy, Jr.'s reputation as a resolute defender of the environment stems from a litany of successful legal actions. Mr. Kennedy was named one of Time magazine's “Heroes for the Planet” for his success helping Riverkeeper lead the fight to restore the Hudson River. The group's achievement helped spawn more than 130 Waterkeeper organizations across the globe.
Mr. Kennedy serves as Chief Prosecuting Attorney for the Hudson Riverkeeper and President of Waterkeeper Alliance. He is also a Clinical Professor and Supervising Attorney at Pace University School of Law’s Environmental Litigation Clinic and is co-host of Ring of Fire on Air America Radio. Earlier in his career he served as Assistant District Attorney in New York City. He has worked on several political campaigns including the presidential campaigns of Edward M. Kennedy in 1980, Al Gore in 2000 and John Kerry in 2004. He has worked on environmental issues across the Americas and has assisted several indigenous tribes in Latin America and Canada in successfully negotiating treaties protecting traditional homelands. He is credited with leading the fight to protect New York City's water supply. The New York City watershed agreement, which he negotiated on behalf of environmentalists and New York City watershed consumers, is regarded as an international model in stakeholder consensus negotiations and sustainable development. He helped lead the fight to turn back the anti-environmental legislation during the 104th Congress.
 Among Mr. Kennedy's published books are the New York Times’ bestseller Crimes Against Nature (2004), St. Francis of Assisi: A Life of Joy (2005), The Riverkeepers (1997), and Judge Frank M. Johnson, Jr: A Biography (1977). His articles have appeared in The New York Times, The Washington Post, Los Angeles Times, The Wall Street Journal, Newsweek, Rolling Stone, Atlantic Monthly, Esquire, The Nation, Outside Magazine, The Village Voice, and many other publications. His award winning articles have been included in anthologies of America’s Best Crime Writing, Best Political Writing and Best Science Writing. Mr. Kennedy is a graduate of Harvard University. He studied at the London School of Economics and received his law degree from the University of Virginia Law School. Following graduation he attended Pace University School of Law, where he was awarded a Masters Degree in Environmental Law.
O artigo original está em inglês e disponível através deste Link.
http://www.robertfkennedyjr.com/articles/2005_june_16.html
O que segue é uma tradução parcial do conteúdo em português.
Deadly Immunity/ Imunidade mortífera
16 de Junho de 2005

Em Junho do ano 2000 o CDC (Center for Disease Control and Prevention) convocou uma reunião especial – os 52 participantes receberam convites privados da CDC - que decorreu durante 2 dias consecutivos no centro de conferências de Simpsonwood em Norcross, Ga.


Participantes:

Cientistas do governo.
Funcionários da saúde pública.
Funcionários ao alto nível do CDC.
Funcionários ao alto nível da FDA (Food and Drug Administration).
O especialista em vacinas do topo da OMS de Genebra.
Representantes de todos os mais importantes fabricantes de vacinas, incluindo a GlaxoSmithKline (GSK),  Merck, Wyeth e Aventis Pasteur.

O que o CDC exigia dos participantes:

*  Sigilo absoluto.
*  Todos os dados científicos em discussão não deviam sair do local da reunião.
*  Era proibido fazer fotocópias dos documentos.
*  Os participantes estavam proibidos de sair dessa reunião com documentos.

Tema da reunião:

“ Discussão sobre os resultados perturbadores dum novo estudo da CDC, que levantou questões preocupantes sobre a segurança duma série de vacinas pediátricas contendo Tiomersal ”

O estudo foi feito por Tom Verstraeten, um epidemiologista do CDC, que tinha analisado o enorme banco de dados do CDC, contendo os registos médicos de 100.000 crianças inoculadas com vacinas contendo Tiomersal.
Tom Verstraeten tinha constatado uma relação existente entre a vacina contendo Tiomersal e um aumento dramático de autismo e outras desordens neurológicas nas crianças.

“Fiquei realmente impressionado com o que vi”, disse o epidemiologista do CDC aos reunidos em Simpsonwood, citando o número impressionante de estudos anteriores que indicam uma ligação entre o Tiomersal e retardação de fala, défice de atenção, hiperactividade e autismo.

Desde 1991, quando o CDC e a FDA recomendaram o uso do Tiomersal em mais 3 outras vacinas para bebés, – num caso logo após o parto – o número estimado de casos de autismo aumentou 15 vezes, de 1 por cada 2.500 crianças para 1 por cada 166 crianças.

Mesmo para cientistas e médicos acostumados a enfrentar questões de vida e morte, os resultados eram assustadores. “Você pode dar as voltas que quiser”, disse ao grupo o Dr. Bill Weil, consultor da Academia Americana de Pediatria “os resultados são estatisticamente significativos”.

Dr. Richard Johnston, pediatra e imunologista da Universidade do Colorado, cujo neto nasceu na manhã do primeiro dia da reunião, foi mais explícito “ não quero que o meu neto receba uma vacina contendo Tiomersal, até que saibamos melhor o que está acontecendo”.

Mas em vez de tomarem medidas imediatas para alertar o público e proibir vacinas contendo Tiomersal, muitos funcionários e executivos reunidos em Simpsonwood, passaram a maior parte dos próximos 2 dias discutindo como encobrir o volume de dados comprometedores. De acordo com as transcrições obtidas ao abrigo do Freedom of Information Act, muitos dos presentes na reunião estavam principalmente ocupados com os prejuízos que a indústria das vacinas poderia vir a ter com as revelações acerca dos efeitos nocivos do Tiomersal.

“Estamos numa posição ruim do ponto de vista de defesa de quaisquer acções judiciais” disse o Dr. Robert Brent, pediatra no Hospital Alfred Du Pont em Delaware, adiantando depois que “ isto será uma fonte de acusações para os advogados deste país”.
Dr. Bob Chen, chefe da Segurança da Vacina do CDC, expressou um certo alívio, dizendo que “dada a sensibilidade da informação, temos sido capazes de mantê-la fora de mãos menos responsáveis”.
Dr. John Clements, conselheiro de vacinas da Organização Mundial da Saúde, declarou que “ este estudo não deveria ter sido feito”, acrescentando depois que “ os resultados da pesquisa têm que ser “tratados”, porque o estudo, caindo em outras mãos, estaria fora do controlo interno”.

Na verdade, o governo tem-se mostrado muito mais hábil em lidar com os prejuízos do que com a protecção da saúde das crianças. O CDC custeou ao Instituto de Medicina um novo estudo que branqueasse os riscos do Tiomersal e que também descartasse a sua ligação química ao autismo. Os resultados de Tom Verstraeten, epidemiologista do CDC, foram retidos, apesar de terem sidos já programados para publicação imediata, e a ele foi aconselhado que dissesse aos outros investigadores que os seus dados originais se tinham “extraviado” e que não podiam ser replicados. E, para contrariar o Freedom of Information Act, o CDC entregou o seu gigantesco banco de dados de registos de vacina à uma sociedade privada, America´s Health Insurance Plans, declarando-o proibido aos pesquisadores.

Tom Verstraeten, no entretanto a trabalhar para a GlaxoSmithKline (GSK), finalmente publicou o seu estudo em 2003, como se pode imaginar, todo ele “isento” de toda e qualquer relação entre o Tiomersal e o autismo.

Com toda esta prova maciça dos efeitos nocivos do Tiomersal, os fabricantes continuaram a vender as suas vacinas. O CDC e a FDA não lhes meteu nenhum entrave, pelo contrário, até lhes permitiu a compra de vacinas contaminadas para exportação para os países em vias de desenvolvimento.

Muitos conservadores estão chocados com o esforço do governo em encobrir os perigos do Tiomersal. O deputado Dan Burton, republicano de Indiana, supervisionou uma investigação de 3 anos de Tiomersal, após seu neto ter sido diagnosticado com autismo. “ O Tiomersal usado como conservante em vacinas está directamente relacionado à epidemia de autismo”, concluíu o Comité de Reforma Governamental no seu relatório final.
“Esta epidemia podia ter sido evitada ou reduzida se a FDA não estivesse a dormir enquanto, mesmo com falta de dados de segurança, se injecta o Tiomersal, um neurotóxico conhecido.”
A FDA e as outras instituições de saúde falharam, acrescentou o Comité, cometendo “prevaricação institucional para a autoprotecção” e “proteccionismo equivocado da indústria farmacêutica.”

“ O ensino primário está sobrecarregado de crianças com sintomas de transtornos do sistema neurológico ou imunológico”, disse Patti Branco à Câmara de Reforma do Governo em 1999. As vacinas são supostas de nos tornar mais saudáveis, no entanto, em 25 anos de enfermagem nunca tinha visto tantas crianças danificadas e doentes. Algo muito, muito errado está acontecendo com as nossas crianças”.

Centenas de estudos têm demonstrado que o mercúrio tende a se acumular no cérebro de primatas e doutros animais depois de injectado com vacinas – e que o cérebro duma criança, em fase de desenvolvimento, é particularmente susceptível. Em 1977, um estudo russo provou que adultos, expostos a concentrações mais baixas de etilmercúrio do que as inoculadas às crianças norte-americanas, ainda sofrem danos cerebrais anos mais tarde. A Rússia proibiu o Tiomersal nas vacinas para crianças já há mais de 20 anos, e a Dinamarca, a Áustria, o Japão, a Grã-Bretanha e todos os outros países escandinavos, desde então, seguiram o exemplo.

Dr. Boyd Haley, que dirige o departamento de química da Universidade de Kentucky e uma das maiores autoridades do mundo sobre a toxicidade do mercúrio diz que “não é possível fazer um estudo que demonstre que o Tiomersal é seguro”. O Tiomersal é altamente tóxico. Se você injecta o Tiomersal num animal, o cérebro do animal fica doente. Se aplica o Tiomersal no tecido vivo, as células morrem. Se injecta o Tiomersal numa placa de Petri, a cultura morre. Sabendo tudo isto, seria chocante injectar Tiomersal numa criança, sem lhe causar danos”

Documentos internos revelam que a empresa Eli Lilly, que criou o Tiomersal, sabia já desde o início que o seu produto poderia causar danos - e até mesmo a morte - tanto em animais como em humanos. Em 1930, a companhia testou Tiomersal administrando-o a 22 pacientes com meningite terminal, todos os quais morreram em poucas semanas após a injecção - um facto que Lilly não mencionou no seu estudo, que declara Tiomersal como sendo seguro.
Em 1967, um estudo em Microbiologia Aplicada descobriu que o Tiomersal mata ratos quando adicionado às vacinas injectáveis. Quatro anos depois, com os seus próprios estudos  Lilly constatou que o Tiomersal é tóxico para as células tecidulares , em concentrações de uma parte por milhão – portanto 100 vezes mais fraca do que a concentração numa vacina normal. Mesmo assim, a empresa continuou a propagar o Tiomersal como sendo “não tóxico" e também o incorporou em desinfectantes tópicos. Em 1977, 10 bebés dum hospital de Toronto morreram, porque um antiséptico preservado com Tiomersal foi usado na limpeza dos cordões umbilicais.

A indústria farmacêutica sabia que essas vacinas adicionadas representam um perigo. No mesmo ano em que o CDC aprovou as novas vacinas, o Dr. Maurice Hilleman, um dos pais do programa de vacinas da Merck, advertiu a empresa, que crianças de 6 meses de idade que forem vacinadas correm o risco duma perigosa exposição ao mercúrio. Ele recomendou retirar o Tiomersal da vacina ", especialmente quando usada em lactentes e crianças", referindo que a indústria conhece  alternativas não tóxicas. "A melhor maneira de proceder", ele acrescentou, "é mudar para vacinas sem adição de conservantes".

Para Merck e outras empresas farmacêuticas, no entanto, o objectivo era o lucro. O Tiomersal permite a indústria farmacêutica fornecer vacinas em frascos que contêm doses múltiplas. Sem a protecção do Tiomersal, elas são facilmente contamináveis pelas agulhas nas entradas múltiplas. A produção de frascos de doses múltiplas, custa só metade do custo dos frascos de doses singulares, tornando-os mais barato para os organismos internacionais que os distribuem  nas regiões pobres em risco de epidemias. Confrontado com esta “consideração de custo", Merck ignorou as advertências do Dr. Hilleman  e os funcionários do governo continuaram a fazer mais pressão a favor de vacinas
pediátricas baseadas em Tiomersal. Antes de 1989, as crianças americanas em idade pré-escolar recebiam 11 vacinas – entre outras contra poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, sarampo, caxumba e rubéola. Uma década mais tarde, graças às recomendações federais, as crianças estavam recebendo já um total de 22 vacinas na primeira classe.

Como o número de vacinas aumentou, a taxa de autismo nas crianças explodiu. Durante a década de 1990, 40 milhões de crianças foram injectados com vacinas contendo Tiomersal, acumulando níveis sem precedentes de mercúrio durante um período crítico para o desenvolvimento do cérebro. Apesar dos perigos bem documentados do Tiomersal, parece que ninguém se preocupou em considerar a dose cumulativa de mercúrio que as crianças já recebem das vacinas obrigatórias.
Mas nessa altura, o mal já estava feito. Crianças que receberam todas as vacinas, além de reforços, com a idade de seis meses estavam injectadas com um total de 187 microgramas de etilmercúrio - um nível  40%  superior ao limite da exposição diária ao metilmercúrio, uma neurotoxina.

Embora a indústria de vacinas insista que etilmercúrio representa pouco perigo,  vários estudos - incluindo um publicado em abril pela National Institute of Health - sugerem que etilmercúrio é realmente mais tóxico para cérebros em desenvolvimento e permanece no cérebro mais tempo que o metilmercúrio. Sob o horário alargado de vacinação, várias vacinas eram frequentemente inoculadas num único dia: Com a idade de 2 meses, quando o cérebro infantil ainda está num estado crítico de desenvolvimento, as crianças recebiam de rotina três inoculações, ultrapassando 99 vezes o limite autorizado de mercúrio.

Em Maio do último ano, o Instituto de Medicina emitiu o seu relatório final . Sua conclusão: Não existe nenhuma relação comprovada entre o autismo e Tiomersal nas vacinas. Em vez de rever o grande corpo de literatura que descreve a toxicidade do Tiomersal, o relatório baseou-se em quatro estudos epidemiológicos, estrondosamente falhados, examinando  países europeus, onde as crianças receberam doses muito menores de Tiomersal do que as crianças americanas. Ele citou também uma nova versão do estudo de Verstraeten , publicado na revista Pediatrics, que foi reformulado para reduzir a ligação entre Tiomersal e o autismo. O novo estudo incluíu crianças muito jovens para terem sido diagnosticadas com autismo e negligenciou  outros que apresentavam sinais da doença. O IOM declarou o caso encerrado e - numa posição surpreendente para um órgão científico – recomendou não prosseguir com outras investigações.

O relatório pode ter satisfeito o CDC, mas não convenceu ninguém.
O Rep. David Weldon, um médico republicano de Flórida que actua no Comité de Reforma  do Governo, atacou o Instituto de Medicina, dizendo que este se baseou num punhado de estudos que foram "fatalmente falhados" por "design pobre" e por não representarem "toda a pesquisa médica e científica disponível. " Os oficiais do CDC não estão interessados numa busca honesta da verdade, disse Weldon, porque "uma associação entre as vacinas e o autismo seria obrigá-los a admitir que as suas políticas prejudicam irreparavelmente milhares de crianças. Quem gostaria de fazer essa conclusão sobre si mesmo?"
Sob pressão do Congresso e dos pais, o Instituto de Medicina convocou outro painel para abordar as preocupações persistentes sobre os dados da Vaccine Safety Datalink(VSD), um programa de compartilhamento. Em fevereiro, o novo painel, composto por outros cientistas, criticou a forma como a VSD tem trabalhado para estudar a segurança da vacina, e pediu a CDC que pusesse a sua base de dados da vacina de novo disponível ao público.

Até agora, porém, apenas dois cientistas conseguiram obter acesso.O Dr. Mark Geier, presidente do Centro de Genética da América, e o seu filho, David, passaram um ano lutando para obter os registos médicos do CDC. Desde Agosto de 2002, quando os membros do Congresso pressionaram a agência para entregar os dados, o Dr. Geier e o seu filho conseguiram completar seis estudos que demonstram uma forte correlação entre o Tiomersal e  danos neurológicos nas crianças.  Um estudo, que compara a dose cumulativa de mercúrio recebida por crianças nascidas entre 1981 e 1985, com as nascidas entre 1990 e 1996, encontrou uma relação "muito significativa" entre o autismo e  as vacinas. Um outro estudo do desempenho educacional constatou que crianças que receberam doses mais elevadas de Tiomersal nas vacinas eram quase três vezes mais propensas a serem diagnosticadas com autismo e mais de três vezes mais propensas a sofrer de distúrbios da fala e retardo mental. Outro estudo, prestes a ser publicado, mostra que as taxas de autismo estão em declínio após a eliminação recente do Tiomersal da maioria das vacinas.

A nível estatal, muitos funcionários também realizaram análises aprofundadas de Tiomersal. Enquanto o Instituto de Medicina estava ocupado em branquear os riscos do Tiomersal, o governo de Iowa foi cuidadosamente vasculhar todos os dados científicos e biológicos disponíveis. "Após três anos de análise, fiquei convencido de que havia investigação credível suficiente para mostrar uma ligação entre o mercúrio e o aumento da incidência de autismo", disse à revista Byronchild no início deste ano o senador estadual Ken Veenstra, um republicano que supervisionou a investigação. "O facto do aumento de autismo de 700% em Iowa ter começado na década de 1990, logo depois de mais e mais vacinas terem sido adicionadas ao calendário de vacinas das crianças, é já por si só uma prova concludente ." No ano passado, Iowa se tornou o primeiro estado a proibir o uso do Tiomersal em vacinas, seguido depois pela Califórnia. Proibições similares estão agora sob consideração em 32 outros estados.
 
Embora os números confiáveis sejam difíceis de obter, transtornos autistas também parecem estar subindo na Índia, Argentina, Nicarágua e noutros países em vias de desenvolvimento que estão usando agora vacinas com Tiomersal. A Organização Mundial da Saúde continua a insistir que o Tiomersal é seguro, mas promete manter a possibilidade de que ele esteja ligado a distúrbios neurológicos "em análise".

Se, como a evidência sugere, as nossas autoridades de saúde pública com conhecimento, permitiram que a indústria farmacêutica envenenasse uma geração inteira de crianças americanas, as suas ações constituem, indiscutivelmente, um dos maiores escândalos nos anais da medicina americana. "O CDC é culpado de incompetência e negligência grosseira", diz Mark Blaxill, Vice President of Safe Minds, uma organização sem fins lucrativos preocupada com o papel do mercúrio em medicamentos. "O dano causado pela exposição à vacina com Tiomersal é maciço. É maior do que o do amianto, maior do que o do tabaco, maior do que o de qualquer coisa que você já viu."

Como se pode constatar através deste artigo, houve luta renhida, onde entraram senadores e cientistas financeiramente independentes, para abolir o Tiomersal das vacinas nos Estados Unidos. O Tiomersal não foi afastado nos EUA como mera medida de prevenção, como se informa, mas sim, como consta neste artigo, porque é essencialmente nocivo à saúde. Com provas concludentes que forçaram a sua proibição. Sem boatos, mas sim com factos comprovados de dados oriundos principalmente do enorme banco de dados do CDC, num estudo feito por um epidemiologista do próprio CDC, Tom Verstraeten, e em mais de 6 estudos feitos pelo Presidente do Centro de Genética da América, Dr. Mark Geier.
Haverá melhor provas do que estas?

Com uma série de estudos comprovativos dos efeitos nocivos do Tiomersal, incluindo um estudo do próprio National Institute for Health, 2 estudos da firma Lilly, que criou o Tiomersal, estudos supervisionados por senadores financeiramente independentes,  é impossível fugir desta evidência científica.
Haverá por aí alguém que possa apresentar estudos científicos que comprovem a segurança do Tiomersal?

Enquanto não aparecer, temos que admitir que a segurança do Tiomersal não passa dum boato. Eu valho-me da opinião do Dr. Boyd Haley, catedrático da Universidade de Kentucky e especialista da toxicidade do mercúrio, que diz que é impossível fazer tal estudo e justificou o porquê.

É fácil servir-se de depoimentos oficiais para justificar medidas oficiais. Este é o quotidiano normalmente reservado à imprensa oficial, comodamente dependente, e aos políticos principalmente ligados ao partido no poder, mas não aos que, pela sua responsabilidade e/ou independência, devem estar em sintonia com a ciência.  Este artigo demonstra-nos um pouco como “as coisas, às vezes, são feitas”, como, às vezes, se protegem interesses e sobretudo, como as informações oficiais, às vezes, são manipuladas. Às vezes, e principalmente quando o assunto é polémico como a vacinação com a Pandemrix, a ciência obriga-nos a questionar sobre a causa, o efeito e a evidência, até encontrarmos dados válidos, credíveis e bem alicerçados em estudos independentes, que nos permitam fundamentar uma decisão acertada. Assim funciona a ciência, com factos convincentes que se tem que ir primeiramente pesquisar, como o artigo acaba de mostrar, e não com dados oficiais manipulados e empoeirados nas prateleiras do poder.
A ciência a isto obriga, sobretudo quando a responsabilidade da decisão é prioritária e dela dependem vidas de inocentes.

Acerca do Esqualeno

No meu artigo anterior já tinha abordado os riscos do uso do Esqualeno como adjuvante na emulsão da Pandemrix.
O Esqualeno é um produto natural, presente em plantas e animais  e o organismo precisa das suas propriedades como antioxidante, principalmente para a protecção do sistema nervoso.
Discordo e até fico indignado, quando leio que “ desde 1977 administraram-se 22 milhões de doses de Esqualeno , sem efeitos nocivos ... e que as vacinas inoculadas aos soldados da Guerra do Golfo NUNCA CONTIVERAM ESQUALENO!!!”


Uma breve visita à Wikipédia, no entanto, prova o contrário:
Síndrome da Guerra do Golfo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Síndrome da Guerra do Golfo é uma doença que atinge veteranos da Guerra do Golfo, caracterizada por alguns sintomas como alterações no sistema imunitário e malformações congênitas. Nem sempre foi claro se estes sintomas estavam relacionados com os serviços prestados na guerra ou se a ocorrência de determinadas doenças é comparável a de populações comuns. Desconfia-se de que esta doença possa ter sido causada pela vacina contra Anthrax, que continha o adjuvante esqualeno.

Este estudo do Instituto Nacional de Saúde (NIH, organismo governamental), realizado pela Tulane University Medical School of New Orleans, também prova o contrário:
Exp Mol Pathol. 2002 Aug; 73(1):19-27. Antibodies to squalene in recipients of anthrax vaccine.
Asa PB, Wilson RB, Garry RF Department of Microbiology, Tulane University Medical School, New Orleans, Louisiana 70112, USA …… These results suggest that the production of ASA in GWS patients is linked to the presence of squalene in certain lots of anthrax vaccine. PMID: 12127050 [PubMed - indexed for MEDLINE]

A vacina utilizada contra o antraz/anthrax ou carbúnculo hemático era da firma Novartis e continha o Esqualeno  codificado com MF59. O Esqualeno contido na Pandemrix está codificado com AS03.
Há que diferenciar entre o Esqualeno natural, produzido e metabolizado no organismo e o   Esqualeno sintético, numa dose alta, inoculado num músculo, através da agulha duma seringa.
A injecção não é uma via normal de acesso ao organismo e aliado ao facto de inocular um Esqualeno sintético pode descontrolar o sistema imunitário, induzindo a formação de “anticorpos anti-esqualenos”, levando-os a atacar e destruir toda e qualquer molécula de Esqualeno existente no organismo, portanto, autoprejudicando-se. Este “comportamento perverso” do sistema imunitário não só pode originar doenças auto-imunes de órgãos como o coração, pulmões, rins, etc.., que normalmente são mortais, como também está associado à patologia da síndrome da Guerra do Golfo.
(Carlson, B.C. et al.: The endogenous adjuvant squalene can induce a chronic T-cell mediated arthritis in rats, American Journal of Pathology 2000; 156: 2057-2065).

Igualmente apresento este outro estudo do Instituto Nacional de Saúde, feito pela mesma Universidade de New Orleans.
As evidências falam por si.  A maioria dos doentes (95%) com síndrome da guerra do golfe, tinham anticorpos contra o Esqualeno. Todos os patientes (100%) vacinados para a guerra do golfo, mas que não participaram nela e mostravam indícios da doença como os que nela participaram, tinham anticorpos contra o Esqualeno.
Exp Mol Pathol. 2000 Feb; 68(1):55-64. Antibodies to squalene in Gulf War syndrome.. Asa PB, Cao Y, Garry RF  …. In our small cohort, the substantial majority (95%) of overtly ill deployed GWS patients had antibodies to squalene. All (100%) GWS patients immunized for service in Desert Shield/Desert Storm who did not deploy, but had the same signs and symptoms as those who did deploy, had antibodies to squalene. In contrast, none (0%) of the deployed Persian Gulf veterans not showing signs and symptoms of GWS have antibodies to squalene. Neither patients with idiopathic autoimmune disease nor healthy controls had detectable serum antibodies to squalene. The majority of symptomatic GWS patients had serum antibodies to squalene.  PMID: 10640454 [PubMed - indexed for MEDLINE]
Mais se acrescenta, que a incidência de casos de esclerose lateral amiotrófica (ELA) registados em veteranos da Guerra do Golfo, que antes da partida receberam doses múltiplas de vacinas com Esqualeno, é significativamente mais alta do que nos militares que não participaram na Guerra do Golfo. A esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença até hoje incurável, que também foi causa da morte do famoso cantor Zeca Afonso, está bem visível no astro-físico Stephen Hawking, e, lamentavelmente também num famoso conterrâneo nosso e grande amigo meu que reside em Lisboa.

http://www.neurology.org/cgi/content/abstract/61/6/742
Neurology 2003;61:742-749
© 2003 American Academy of Neurology
Occurrence of amyotrophic lateral sclerosis among Gulf War veterans
R.D. Horner, PhD, K.G. Kamins, PhD, J.R. Feussner, MD MPH, S.C. Grambow, PhD, J. Hoff-Lindquist, MStat, Y. Harati, MD, H. Mitsumoto, MD DSci, R. Pascuzzi, MD, P.S. Spencer, PhD, R. Tim, MD, D. Howard, MSPH, T.C. Smith, MS, M.A.K. Ryan, MD MPH, C.J. Coffman, PhD and E.J. Kasarskis, MD PhD
Address correspondence and reprint requests to Dr. Ronnie D. Horner, National Institute of Neurological Disorders and Stroke, NSC Building–Room 2149, 6001 Executive Blvd., Bethesda, MD 20852; e-mail: rh266m@nih.gov  
Background: In response to Gulf War veterans’ concerns of high rates of ALS, this investigation sought to determine if Gulf War veterans have an elevated rate of ALS.
Methods: A nationwide epidemiologic case ascertainment study design was used to ascertain all occurrences of ALS for the 10-year period since August 1990 among active duty military and mobilized Reserves, including National Guard, who served during the Gulf War (August 2, 1990, through July 31, 1991). The diagnosis of ALS was confirmed by medical record review. Risk was assessed by the age-adjusted, average, annual 10-year cumulative incidence rate.
Results: Among approximately 2.5 million eligible military personnel, 107 confirmed cases of ALS were identified for an overall occurrence of 0.43 per 100,000 persons per year. A significant elevated risk of ALS occurred among all deployed personnel (RR = 1.92; 95% CL = 1.29, 2.84), deployed active duty military (RR = 2.15, 95% CL = 1.38, 3.36), deployed Air Force (RR = 2.68, 95% CL = 1.24, 5.78), and deployed Army (RR = 2.04; 95% CL = 1.10, 3.77) personnel. Elevated, but non significant, risks were observed for deployed Reserves and National Guard (RR = 2.50; 95% CL = 0.88, 7.07), deployed Navy (RR = 1.48, 95% CL = 0.62, 3.57), and deployed Marine Corps (RR = 1.13; 95% CL = 0.27, 4.79) personnel. Overall, the attributable risk associated with deployment was 18% (95% CL = 4.9%, 29.4%).
Conclusions: Military personnel who were deployed to the Gulf Region during the Gulf War period experienced a greater post-war risk of ALS than those who were not deployed to the Gulf.

Nas informações da Infarmed relativas à Pandemrix, basta só consultar os capítulos “Advertências e precauções especiais de utilização” e “Interacções medicamentosas” para ficar arrepiado por causa das limitações de informação de segurança e de imunogenicidade em todas as fases etárias e carência total de informação sobre a administração do Esqualeno.

Por causa destas e mais outras razões anteriormente mencionadas, recuso categoricamente a vacinação com a Pandemrix.


FALANDO DE DEONTOLOGIA...


As empresas farmacêuticas também têm as suas ligações com parlamentaristas poderosos. Um exemplo é o do Senate Majority Leader Bill Frist, que da indústria farmacêutica já recebeu 873.000 dólares só em contribuições. Ele tem trabalhado para ilibar os fabricantes de vacinas de responsabilidades em 4200 processos apresentados por pais de crianças lesadas. Ele é o protector principal da Eli Lilly, a empresa que criou o Tiomersal. Em 5 ocasiões distintas, Bill Frist tentou arquivar todos os documentos governamentais relacionados com as vacinas – incluindo as transcrições de Simpsonwood.
“ Os processos são de tal magnitude que poderiam colocar os produtores de vacinas fora do negócio e limitar a nossa capacidade de lidar com um ataque biológico por parte de terroristas”, diz Andy Olsen, um assistente legislativo.

Funcionários responsáveis pela imunização infantil insistem que as vacinas adicionais eram necessárias para proteger os bebés contra a doença e que o Tiomersal é ainda essencial para as nações em vias de desenvolvimento, que, muitas vezes, como eles afirmam, não podem comprar os frascos de dose única, que não precisam dum conservante. Dr. Paul Offit, um dos principais conselheiros de vacinas do CDC , disse-me: "Eu acho que se nós realmente tivermos uma pandemia da gripe - e certamente teremos nos próximos 20 anos, porque nós fazemos sempre - não há nenhuma maneira nesta terra de Deus de imunizar 280 milhões de pessoas com frascos de dose única. Tem que haver frascos de doses múltiplas. "
Offit, que compartilha uma patente sobre uma das vacinas, reconheceu que  "iria ganhar dinheiro", se o seu voto, apoiasse um produto comercializável.

Mas enquanto as autoridades de saúde pública ainda podem estar bem intencionadas, muitas delas no Comité Consultivo do CDC que apoiaram as vacinas adicionais, tinham laços estreitos com a indústria. O Dr. Sam Katz, presidente do Comité, foi um consultor pago pela maioria dos principais fabricantes de vacinas e fazia parte de uma equipa que desenvolveu a vacina contra o sarampo e que lhe trouxe a licenciatura em 1963.      O Dr. Neal Halsey, um outro membro do Comité,  trabalhou como pesquisador para as empresas de vacinas e recebeu dinheiro da Abbott Labs para a sua investigação sobre a hepatite B.

Com efeito, no círculo de cientistas que trabalham em vacinas, são comuns tais conflitos de interesse. O Rep. Burton diz que o CDC "rotineiramente permite cientistas, com flagrante conflito de interesses, trabalharem nos comités consultivos intelectuais que fazem recomendações sobre novas vacinas", apesar de terem "interesses nos produtos e empresas que se supõem a ser controladas pelos mesmos . " A Casa do Comitê de Reforma de Governo descobriu que quatro dos oito conselheiros do CDC, que aprovaram as orientações para uma vacina contra o rotavírus "tinham vínculos financeiros com as empresas farmacêuticas que estavam desenvolvendo diferentes versões da vacina."

Ainda assim, alguns funcionários do governo ficaram alarmados com o aparente conflito de interesses. Num seu e-mail para os administradores do CDC, em 1999, Paul Patriarca da FDA deu uma advertência aos reguladores federais por não fiscalizarem adequadamente o perigo representado pelas vacinas do bebé com Tiomersal.
Os estreitos vínculos entre os funcionários da regulamentação e da indústria farmacêutica, ele acrescentou, "também levantam questões sobre vários órgãos consultivos  e sobre as recomendações para o uso agressivo" do Tiomersal em vacinas pediátricas.

Informações adicionais:

A antiga chefe do CDC, Dra. Julie Gerberding, responsável pela vacinação e luta contra as pandemias em 2009, acaba de mudar de gabinete, passando a trabalhar para a Big Pharmacy Merck, como chefe de vacinas , liderando um departamento com um volume de negócios de 5 milhões de dólares. Isto é mais uma prova da estreita e corrupta relação existente entre a OMS, o CDC, algumas instituições estatais e a indústria farmacêutica sempre em prol do lucro desmedido.
Também temos o caso do famoso cientista holandês, Prof. Albert Osterhaus, conhecido internacionalmente por Mr. Flu (Sr.Gripe). A capacidade científica deste homem não está sob questão (conselheiro de vários governos, executivo da OMS e dentre outras funções, ele é o presidente da associação privada denominada European Scientific Working Group on Influenza, ESWI), mas sim os seus negócios obscuros com a indústria farmacêutica, sempre no intuito de “descobrir” pandemias e receber fabulosas comissões da venda de vacinas e medicamentos.
A ESWI é financiada pela Novartis, Baxter Vaccines, Medimmune, GlaxoSmithKline, Sanofi Pasteur e outros produtores de vacinas.
A Segunda Câmara do Parlamento Holandês abriu há pouco tempo um inquérito para desvendar
as “mexidas” do Mr. Flu (M. Enserink “ In Holland, the Public Face of Flu Takes a Hit”, Science, 16. October 2009, Bd.326. Nr. 5951, p. 350f, 350b).
Há muitos outros Mr. Flus espalhados por aí pelo mundo, escrevendo artigos sem fundamento científico ou prestando declarações manipuladas por quem os financia.
Já há mais de 10 anos que a OMS participa nas ditas “Sociedades Públicas-Privadas”. Em vez de receber o seu orçamento só dos governos dos estados membros das nações unidas, como era a intenção inicial, a OMS recebe hoje, só de fontes da indústria privada, quase o dobro do seu orçamento. A indústria farmacêutica é quem mais financia a OMS.

 A Transparência Internacional criticou os potenciais conflitos de interesse e a intransparência nas tomadas de decisões existentes na Comissão Permanente de Vacinação (STIKO).
Desde agosto de 2008, os membros do STIKO após anos de insistência, também da parte da  Transparência da Alemanha, divulgam os seus potenciais conflitos de interesse no site da STIKO. Isso é louvável como um primeiro passo. Os últimos dados de março de 2009 mostram que a maioria dos 16 membros actuais têm mais ou menos contactos intensivos, incluindo trabalhos remunerados, com os principais fabricantes de vacinas. Além disso, lê-se que membros da STIKO estão activos no "Fórum Vacinação", financiado pela Sanofi-Pasteur MSD (SPMSD).
A aprovação da vacina foi feita pela EMEA Europeia, cujo trabalho tem sido alvo de muita crítica pela parte da Transparência da Alemanha Tanto o posicionamento da EMEA sob a Direcção-Geral da Economia e não sob a  Direcção-Geral da Saúde e Protecção do Consumidor (DG Sanco) da Comissão Europeia, bem como o seu financiamento (quase dois terços) pela indústria farmacêutica, são considerados muito problemáticos, especialmente porque aos cientistas do exterior em geral, só é permitida uma revisão dos dados de autorização, após aprovação das propostas.

Contacto: Dr. Christian Humborg, Managing Director Transparência Internacional Alemanha e.V   Tel: 004930 / 54 98 98 0

 Mais informações “deontológicas”:

1. Em 1 de Maio 2009, o  Professor Sir Roy Anderson, conselheiro do governo britânico, reitor do Imperial College of London e membro do Conselho Científico Consultivo para Emergências (SAGE) descreveu numa entrevista de rádio os casos de gripe suína como sendo um surto pandémico. Na edição online do Daily Mail de 27 de Julho de 2009, podia-se ler que este conselheiro do governo britânico recebe por ano 135.000 euros da empresa GlaxoSmithKline (GSK). As acções deste fabricante de vacinas subiram de forma significativa, imediatamente após a proclamação da pandemia da "gripe suína”.

2. Em 11 de Junho de 2009, Florinda Chan, Directora-Geral da Organização Mundial de Saúde, em Genebra, declarou a pandemia da gripe suína, que eclodiu em medidas adequadas em todos os países membros da OMS.
O relacionamento de Florinda Chan com a indústria farmacêutica não é sem controvérsia, dado que quando assumiu o cargo em 2007 criticou severamente o governo da Tailândia por este ter permitido a concessão de licenças compulsórias para medicamentos baratos contra a SIDA (Bangkok Post, 2 de fevereiro de 2007; http://www.twnside.org .sg/title2/health.info/twninfohealth072.htm)

3. O Governo alemão e os seus consultores apoiam a posição da OMS, porque é uma obrigação, após a declaração de pandemia. Eles encomendaram da GlaxoSmithKline 50 milhões de doses de vacinas contra a grippe H1N1, no valor de 700 milhões de euros, a serem pagos pelas contribuições dos seguros de saúde oficiais e pelos contribuintes. Nem a STIKO e nem o Governo Federal se preocuparam em informar o público de que o vírus H1N1 era já conhecido antes e que tinha sido introduzido nos E.U.A. na década de 1970 como gripe suína asiática, por soldados vindos do Vietname. Dado que o vírus nessa altura se espalhava rapidamente, foram então vacinados cerca de 40 milhões de pessoas até 1976. Então, a vacinação foi interrompida porque a infecção com o vírus geralmente era leve e decorria sem complicações, mas as complicações raras da vacina, como a síndrome de Guillain-Barré passaram a prevalecer mais (Washington Times, 27 de abril de 2009).
 
Isto ilustra o curso benigno que a infecção viral na Alemanha tem vindo a fazer. Normalmente a gripe sazonal causa mais de 10.000 mortes, ou seja, mais de 50 mortes por dia.
Com a data de 30.01.2010, a anunciada “terrível pandemia da gripe A” só causou 189 mortes (dados oficiais do diário médico), prefazendo menos do que 1 morte por dia.

E a peça teatral ainda continua, com menos força de momento, mas ainda continua.

Um grande e fraterno abraço e um obrigado pela atenção dispensada à leitura destas informações.

NHOMBA

Estou disponível à todos através do meu E-Mail: nhomba@hotmail.de