Bissau regista, desde a passada sexta-feira, a falta de pão no mercado. Uma situação que preocupa o Presidente da Associação de Consumidores, Fodé Carambé Sanhá, que desconhece rotura de stock de farinhano mercado interno.

Desde a passada sexta-feira que a capital guineense regista a falta de pão no mercado. Uma situação pouco comum, para o Presidente da Associação de Consumidores, Fodé Carambé Sanhá, que desconhece a existência de rotura de stock de farinha no mercado interno.

Carambé Sanhá, vai mais longe, apontando o dedo às  panificado
res do fabrico caseiro de pão, o produto mais consumido pelos guineenses, pela escassez do produto. Recorde-se que, há pelo menos duas semanas, as panificadoras vieram anunciar um aumento do pão de 100 para 150 francos, por unidade.

Para Fodé Carambé Sanhá a população guineense, que na sua maioria vive com menos de dois dólares por dia, não tem condições para  responder a este aumento, uma vez que consome mais do que um pão por dia. No entanto, o responsável pela defesa dos consumidores, adianta que o ministério do comércio está a fazer um esforço para tentar manter o preço dos bens de primeira necessidade.

Sobre esta questão, Leonardo Silva, ouviu Fodé Carambé Sanhá, presidente da associação de consumidores na Guiné Bissau.
RFI