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Deprecated: Function ereg_replace() is deprecated in /home/griloviv/public_html/africanidade.com/includes/classes/class.template.php on line 242 Angola poderá tornar-se em 2008 o maior produtor de petróleo da África Ocidental
Os problemas na indústria
petrolífera nigeriana está a reforçar o estatuto de Angola como o
produtor regional mais seguro e, caso se prolonguem, deverão mesmo
dar-lhe o "título" de maior produtor de petróleo da África Ocidental.
Com a produção angolana a crescer em virtude do início de produção de
importantes novos poços - sobretudo Mondo e Plutónio - apesar de agora
constrangida à quota da OPEP (1,9 milhões de barris diários), a
instabilidade social na Nigéria tem vindo desde o início do ano a
causar constantes perturbações na indústria, que na semana passada
chegaram mesmo a causar uma interrupção de mais de metade do
fornecimento petrolífero.
Nestas condições, "é definitivamente um cenário possível" Angola
tornar-se no maior produtor petrolífero da região, afirmava esta semana
à Reuters o principal analista de reservas petrolíferas mundiais da
Agência Internacional de Energia, David Fyfe.
"Volumes substanciais da produção do delta do Níger continuam a ser
afectados pelos problemas [ataques de rebeldes e greves]. Com um hiato
temporário em novos desenvolvimentos em águas profundas, mais problemas
no delta podem certamente causar danos às exportações petrolíferas
totais da Nigéria", refere o mesmo responsável.
Em relação à Nigéria, a indústria angolana de petróleo tem a vantagem
de se concentrar no "off-shore", estando a salvo de qualquer tipo de
acto de terrorismo, de qualquer forma improváveis tendo em conta a
relativa estabilidade que o país vive desde o final da guerra civil, em
2002.
"A indústria vital da Nigéria, cercada por rebeldes disputando o
controlo de petróleo produzido no seu quintal e criminosos que perfuram
oleodutos e roubam petróleo para exportações ilegais, está a perder
mais de metade do seu débito, numa altura em que os preços do petróleo
estão no seu ponto mais alto de sempre", escrevia na passada semana a
agência Reuters.
Embora as principais reservas identificadas em Angola estejam no
"off-shore", o que obriga a mais avultados investimentos em
desenvolvimento, o facto de a segurança ser maior traduz-se em custos
operacionais significativamente mais baixos.
A quebra da semana passada atingiu 1,3 milhões de barris, incluindo a
produção de importantes instalações da Exxon Mobil e Royal Dutch Shell
no delta do Níger, a principal região produtora de petróleo.
Os analistas esperam que em Maio as exportações nigerianas recuem para
1,9 milhões de barris, quando Angola, que tem uma quota inferior à
nigeriana, tem vindo a exportar acima dos 1,9 milhões e "ameaçando"
chegar aos dois milhões, sobretudo para colmatar a procura nigeriana.
O crude angolano é do tipo "pesado" e possui maior quantidade de
enxofre do que o nigeriano, mas o seu preço é geralmente inferior.
Um analista que falava à Bloomberg sob anonimato referia que a actual
perturbação na Nigéria "deve gerar maior interesse para a mais estável
produção angolana, da parte daqueles que podem operar com as qualidades
[de petróleo] mais leves [do que as nigerianas]".
Para este ano, é esperado o início da produção de três novos campos em
Angola, que deverão representar uma capacidade adicional de produção
próxima dos 350 mil barris diários.
O maior destes, Mondo, operado pela norte-americana Exxon Mobil, deverá
debitar perto de 100 mil barris diários quando em velocidade de
cruzeiro.
O campo Plutónio, da BP, começou a produzir em Outubro, e no próximo
ano o seu débito deverá aumentar para perto de 200 mil barris diários.
Paralelamente, aguarda-se o arranque do processo de atribuição de 10
novos blocos de exploração petrolífera nomeadamente nos blocos
"on-shore" de Cabinda e Kwanza.
O concurso vai também abranger concessões nos blocos 9 (águas rasas),
19, 20, 21 (águas profundas) assim como 46, 47 e 48 (águas
ultra-profundas).
Angola foi o principal fornecedor de petróleo da China no primeiro
trimestre do ano, ultrapassando a Arábia Saudita, devido a um aumento
das exportações em 55 por cento, segundo dados recentemente divulgados
pelas Alfândegas da China.
A principal incógnita na indústria petrolífera angolana é actualmente a
durabilidade das reservas - 17,6 anos, ao ritmo de extracção actual, de
acordo com um estudo recente da Espírito Santo Research divulgado em
Luanda e Lisboa.
As reservas, segundo a mesma fonte, estão avaliadas em nove mil milhões
de barris, 7,5 por cento do total em África, mas com novos
investimentos em pesquisa e desenvolvimento poderão atingir 30 a 40 mil
milhões.
Para tal, dados da Sonangol indicam ser necessário um investimento de
perto de 66 mil milhões de dólares nos próximos três anos - em
pesquisa, exploração e desenvolvimento - dado que as principais
reservas potenciais estão em águas profundas e ultra-profundas. macauhub
Comentários
Comentário #1 (Inserido por utilizador não conhecido)
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gostei do que encontrei sobre o maior produtor de petroleo em áfrica porque estou a precisar deste tema