Estudos

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 O estudo apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas
Neste artigo procuramos analisar a sociedade civil, os direitos humanos e a construção da democracia na Guiné-Bissau, seus limites e possibilidades. Iniciou-se o estudo com a preocupação de mostrar que é importante não negligenciar os problemas estruturais criados com a descolonização. Porém, a herança negativa do colonialismo português, mantida em outras formas pelo autoritarismo do PAIGC, deve ser levada em consideração. Porém, a herança histórica das sociedades étnicas pré-colonias também deve se constituir em objeto de análise. Hoje se reconhece, amplamente, que o desenvolvimento (apesar da polemica que rodeia o conceito) não se esgota na “racionalidade instrumental” ou no crescimento da produção material. 
As constantes crises políticas e quedas de Governo em São Tomé e Príncipe à pletora de partidos e à ingerência dos chefes de Estado na vida político-partidária. "Se São Tomé e Príncipe tivesse o bipartidarismo de Cabo Verde, a formação de Governos seria mais fácil. Por outro lado, a participação activa dos Presidentes da República na vida política-partidária através dos partidos de sua inspiração, algo não permitido pela Constituição são-tomense, é outro mal" -Gerhard Seibert

De que África estamos falando?

Dos cinco grandes continentes do globo, o africano é o que tem a imagem mais homogénea ao olhar estrangeiro: ao mesmo tempo em que figura como a origem de todos os negros do planeta – imagem que se sobrepõe à de origem da própria espécie humana –, é visto como um lugar exótico, ainda habitado por grandes animais selvagens, como elefantes, girafas, gorilas e leões, eternamente marcado por guerras civis, muito distante do desenvolvimento atingido pelas nações ricas do mundo ocidental e onde impera a pobreza da maior parte da população. De fato, um grande estereótipo que não condiz com olhares mais atentos. Afinal, se considerarmos que o continente africano é recortado por mais de 80 mil km de divisas, na somatória das 109 fronteiras que separam suas 54 nações actuais, é prudente perguntar: “De que África estamos falando?”

O acordo ortográfico da Língua Portuguesa gera polémica desde a sua assinatura, há 18 anos. A proposta de unificar a ortografia portuguesa tem sido alvo de críticas. Especialistas, professores e escritores dividem opiniões e incitam discussões.
A voz mais contestatária é a do escritor Graça Moura, que considera que este acordo "serve interesses geopolíticos e empresariais brasileiros, em detrimento de interesses inalienáveis dos demais falantes de português no mundo", em especial de Portugal, e que, representa "uma lesão inaceitável de um capital simbólico acumulado e de projecção planetária".

O colonialismo na África acabou formalmente, mas ainda perduram práticas consideradas coloniais. Internamente, o continente perpetua, principalmente através das suas elites, alguns modelos e padrões implementados por ocasião da colonização europeia. Já os países desenvolvidos, muitos dos quais ex-metrópoles, mantêm políticas exploratórias e assistencialistas nas suas relações com os países africanos. Oscilando entre a continuidade e a ruptura com o seu passado recente, a África procura um novo caminho para seu desenvolvimento e afirmação.

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