- Home
- Informação
- Estudos
Sexologia: Maior frequência das relações sexuais ajuda a prevenir disfunção eréctil
- Por Africanidade
- Publicado 4/07/2008
- Estudos
-
Votações:




SOCIEDADE CIVIL, DIREITOS HUMANOS E A CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA NA GUINÉ-BISSAU: LIMITES E POSSIBILIDADES.
- Por Africanidade
- Publicado 3/07/2008
- Estudos
-
Votações:




Neste artigo procuramos analisar a sociedade civil, os direitos humanos e a construção da democracia na Guiné-Bissau, seus limites e possibilidades. Iniciou-se o estudo com a preocupação de mostrar que é importante não negligenciar os problemas estruturais criados com a descolonização. Porém, a herança negativa do colonialismo português, mantida em outras formas pelo autoritarismo do PAIGC, deve ser levada em consideração. Porém, a herança histórica das sociedades étnicas pré-colonias também deve se constituir em objeto de análise. Hoje se reconhece, amplamente, que o desenvolvimento (apesar da polemica que rodeia o conceito) não se esgota na “racionalidade instrumental” ou no crescimento da produção material. Investigador aponta causas de crises em São Tomé e Príncipe
- Por Africanidade
- Publicado 29/05/2008
- Estudos
-
Votações:




As constantes crises políticas e quedas de Governo em São Tomé e Príncipe à pletora de partidos e à ingerência dos chefes de Estado na vida político-partidária. "Se São Tomé e Príncipe tivesse o bipartidarismo de Cabo Verde, a formação de Governos seria mais fácil. Por outro lado, a participação activa dos Presidentes da República na vida política-partidária através dos partidos de sua inspiração, algo não permitido pela Constituição são-tomense, é outro mal" -Gerhard SeibertDe que África estamos falando?
- Por Africanidade
- Publicado 20/04/2008
- Estudos
-
Votações:




Dos cinco grandes
continentes do globo, o africano é o que tem a imagem mais homogénea ao olhar
estrangeiro: ao mesmo tempo em que figura como a origem de todos os negros do
planeta – imagem que se sobrepõe à de origem da própria espécie humana –, é
visto como um lugar exótico, ainda habitado por grandes animais selvagens, como
elefantes, girafas, gorilas e leões, eternamente marcado por guerras civis,
muito distante do desenvolvimento atingido pelas nações ricas do mundo
ocidental e onde impera a pobreza da maior parte da população. De fato, um
grande estereótipo que não condiz com olhares mais atentos. Afinal, se
considerarmos que o continente africano é recortado por mais de 80 mil km de
divisas, na somatória das 109 fronteiras que separam suas 54 nações actuais, é
prudente perguntar: “De que África estamos falando?”Acordo Ortográfico caminha a passos lentos em Portugal
- Por Africanidade
- Publicado 15/04/2008
- Estudos
O acordo ortográfico da Língua Portuguesa gera polémica desde a sua assinatura, há 18 anos. A proposta de unificar a ortografia portuguesa tem sido alvo de críticas. Especialistas, professores e escritores dividem opiniões e incitam discussões.A voz mais contestatária é a do escritor Graça Moura, que considera que este acordo "serve interesses geopolíticos e empresariais brasileiros, em detrimento de interesses inalienáveis dos demais falantes de português no mundo", em especial de Portugal, e que, representa "uma lesão inaceitável de um capital simbólico acumulado e de projecção planetária".
Colonialismo: entre rupturas e retomadas
- Por Africanidade
- Publicado 12/04/2008
- Estudos
O colonialismo
na África acabou formalmente, mas ainda perduram práticas consideradas
coloniais. Internamente, o continente perpetua, principalmente através das suas
elites, alguns modelos e padrões implementados por ocasião da colonização
europeia. Já os países desenvolvidos, muitos dos quais ex-metrópoles, mantêm
políticas exploratórias e assistencialistas nas suas relações com os países
africanos. Oscilando entre a continuidade e a ruptura com o seu passado
recente, a África procura um novo caminho para seu desenvolvimento e afirmação.
Reforma ortográfica não é consenso entre especialistas. Há divergências entre necessidade de mudança, prazos e conseqüências
- Por Africanidade
- Publicado 11/04/2008
- Estudos
Logo depois da independência do Brasil, os escritores diziam que não bastava que houvesse uma independência política de Portugal, era preciso também estabelecer uma independência cultural. Por isso, o Brasil nunca reconheceu a autoridade linguística de Portugal. As divergências ortográficas foram ocorrendo e, desde 1924, procura-se uma ortografia comum. Em 1945, chega-se a um acordo de unificação, que se tornou lei em Portugal no mesmo ano. No entanto, como o Parlamento Brasileiro não o ratificou, a ortografia brasileira continua a ser regida pelas disposições de 1943.
Estudos