Baptizado como Adriano Gonçalves, o cantor foi toda a vida chamado pelo seu petit-nom, ou o "nominho", como dizem os cabo-verdianos com alegria e voz cantada. Na realidade, o seu "nominho" é universalmente conhecido e não há um africano no mundo inteiro, dentro ou fora do seu continente, que não tenha dançado ao som das mornas de Bana. Mais, não há no mundo um único cabo-verdIano que não se comova com a sua voz, que não chore ou "vá a correr chorar para o ombro de alguém" quando o ouve cantar Lua Nha Testemunha, a última composição do lendário B. Leza, músico que Bana canta, celebra e perpetua como ninguém.